Resposta direta: o conhecimento de embarque (também chamado conhecimento de carga, de frete ou de transporte) é o documento emitido pelo transportador que comprova o recebimento da mercadoria na origem, define o contrato de transporte e a obrigação de entregá-la no destino. No marítimo, chama-se Bill of Lading (BL); no aéreo, Air Waybill (AWB). Para a Receita Federal, o conhecimento original constitui prova de posse ou de propriedade da mercadoria (Regulamento Aduaneiro, art. 554) e é documento obrigatório para instruir a declaração de importação (art. 553, I). Só os conhecimentos do tipo único e filhote (house) amparam o despacho; o genérico (master) não. Como regra, a cada conhecimento corresponde uma única declaração, salvo exceções da Receita (art. 555). Correções para efeitos fiscais são feitas por carta de correção do emitente, apresentada até o início do despacho. Por isso, o rascunho do conhecimento deve ser conferido antes do embarque, campo a campo, contra a fatura comercial e o packing list.
O conhecimento é emitido pelo transportador ou pelo agente de carga, no meio do caminho entre a compra e a liberação. O processo completo está em como importar da China.
O que é conhecimento de embarque
A Receita Federal resume as funções do conhecimento de carga assim: ele define a contratação da operação de transporte internacional, comprova o recebimento da mercadoria na origem e a obrigação de entregá-la no destino, constitui prova de posse ou propriedade da mercadoria e descreve a operação de transporte.
O glossário do Sistema Mercante informa que o conhecimento de carga “é também denominado conhecimento de frete, conhecimento de embarque ou conhecimento de transporte”. São nomes diferentes para o mesmo documento.
| Função | O que significa para o importador |
|---|---|
| Recibo da carga | Prova que o transportador recebeu a mercadoria, na quantidade e nas condições descritas |
| Contrato de transporte | Traz as condições do transporte entre as partes |
| Prova de posse ou propriedade | O conhecimento original constitui prova de posse ou de propriedade (RA, art. 554). Ter o original ou ser o consignatário não garante retirada imediata: a entrega depende do tipo de conhecimento, das condições de liberação do transportador, do endosso, quando houver, dos requisitos documentais, do desembaraço e da autorização de entrega, e dos procedimentos do recinto |
| Documento de despacho | Instrui a declaração de importação (RA, art. 553, I) |
BL, AWB e outros tipos por modal
| Modal | Nome comum | Característica |
|---|---|---|
| Marítimo | Bill of Lading (BL) | Pode ser emitido “à ordem” e transferido por endosso; informado no Sistema Mercante como conhecimento eletrônico (CE) |
| Aéreo | Air Waybill (AWB) | Emitido para consignatário determinado; equipara-se à fatura comercial quando traz quantidade, espécie e valor das mercadorias (RA, art. 560) |
| Multimodal | Conhecimento de transporte multimodal | Rege toda a operação, do recebimento na origem à entrega no destino, segundo o glossário do Mercante |
Existe ainda o conhecimento de depósito alfandegado (CDA), usado num regime específico de depósito; ele não é o documento de transporte da compra comum.
Conhecimento único, master e house
No marítimo, o glossário do Sistema Mercante classifica os conhecimentos conforme o emissor e o consignatário:
| Tipo | Quem emite | Para quem | Ampara o despacho? |
|---|---|---|---|
| Único | Empresa de navegação | Consignatário que não é desconsolidador | Sim |
| Genérico ou master | Empresa de navegação ou consolidador | Desconsolidador | Não (pode amparar trânsito aduaneiro) |
| Agregado, house ou filhote | Consolidador | Consignatário que não é desconsolidador | Sim |
Na prática: se a sua carga viajou consolidada (LCL), o seu documento é o house, e o master fica com o agente de carga desconsolidador. O despacho é feito com base no house, depois que o agente informa a desconsolidação no sistema.

O que conferir no rascunho do conhecimento
Antes do embarque, o transportador ou o agente costuma enviar um rascunho (draft) para aprovação. É a última chance barata de corrigir. Confira contra a fatura comercial e o packing list:
| Campo | O que conferir | Por que importa |
|---|---|---|
| Shipper (embarcador) | Nome e endereço do exportador | Coerência com a fatura |
| Consignee (consignatário) | Sua empresa, exatamente como no CNPJ, ou “to order” conforme combinado | Define quem pode retirar a carga |
| Notify party | Quem será avisado da chegada (sua empresa ou despachante) | Agilidade no aviso |
| Portos de origem e destino | Iguais aos da reserva e do Incoterm | Destino errado gera custos de remoção |
| Descrição da mercadoria | Coerente com a fatura | Divergência pode gerar exigência no despacho |
| Quantidade e espécie de volumes | Igual ao packing list | Conferência física |
| Peso bruto e cubagem | Igual ao packing list | Frete, armazenagem e conferência |
| Número do contêiner e do lacre | Igual ao da coleta | Rastreamento e conferência |
| Frete prepaid ou collect | Conforme o Incoterm | Quem paga o frete |
| Número de vias originais | Conforme o combinado | Liberação da carga |
Exemplo hipotético de rascunho com problemas: consignatário com a razão social abreviada, descrição “general goods”, peso bruto de 1.150 kg contra 1.510 kg no packing list e porto de destino diferente do reservado. São quatro correções que custam um e-mail antes do embarque e podem custar dias de atraso depois.

Para acompanhar mais conteúdos sobre fornecedores, importação e empreendedorismo, conheça o trabalho de Gustavo Frajo no Instagram: @gusfrajo.
Consignatário, “to order” e endosso
O campo do consignatário define quem tem direito à mercadoria. A Receita explica que o conhecimento de carga, como título de crédito, pode ser endossado, o que transfere todos os direitos a ele inerentes (Código Civil, arts. 754, 893 e 894). Pontos práticos da página oficial:
- se o conhecimento diz que só é negociável quando o consignatário traz os termos “à ordem” (“to order”), sem esses termos ele não pode ser endossado;
- o endosso de conhecimento de carga aquaviária deve ser informado pelo consignatário no Siscomex Carga (IN RFB nº 800/2007, art. 29);
- a transferência da titularidade por endosso só é admitida com a comprovação documental da transação comercial (IN SRF nº 680/2006, art. 18, § 4º);
- o AWB deve ser emitido para consignatário determinado e não pode ser consignado simplesmente “à ordem”; a Receita registra que o endosso de AWB é aceito, como no caso comum de AWB consignado a banco, que o endossa ao importador.
Carta de correção: como corrigir depois de emitido
Se o erro só for percebido depois da emissão, a correção para efeitos fiscais segue o rito da Receita:
| Momento | Regra (página oficial da Receita) |
|---|---|
| Antes do início do despacho | Carta de correção do emitente do conhecimento, dirigida à autoridade aduaneira do local de descarga, acompanhada do conhecimento; se aceita, corrige o manifesto |
| Entre o início do despacho e o desembaraço | A carta pode ser apreciada a critério da autoridade aduaneira e não implica denúncia espontânea (RA, art. 46) |
Note que quem pede é o emitente (transportador ou consolidador), não o importador. Por isso, a conferência do rascunho vale tanto.
Um conhecimento, uma declaração
O Regulamento Aduaneiro estabelece que, a cada conhecimento de carga, deve corresponder uma única declaração de importação, salvo exceções estabelecidas pela Receita (art. 555). A página oficial cita as exceções dos arts. 67 e 68 da IN SRF nº 680/2006, que tratam do desdobramento (um conhecimento para mais de uma declaração) e de uma declaração para mais de um conhecimento. Se você planeja despachar parte da carga separadamente, confirme antes com o despachante se a operação se enquadra.
Conhecimento e custos: AFRMM e liberação
No marítimo de longo curso, o frete informado no conhecimento eletrônico serve de base para o AFRMM, de 8% sobre a remuneração do transporte (Lei nº 10.893/2004, art. 6º, I, com redação da Lei nº 14.301/2022). O pagamento ou o reconhecimento de benefício fica registrado no Sistema Mercante como “evento AFRMM”.
Exemplo hipotético: frete de US$ 1.600,00 informado no conhecimento, com câmbio fictício de R$ 5,40 = R$ 8.640,00; AFRMM = 8% × R$ 8.640,00 = R$ 691,20. A base exata e eventuais isenções devem ser confirmadas com o despachante.
Além do AFRMM, a liberação do conhecimento no destino pode envolver taxas do transportador ou do agente de carga, conforme a tabela de cada um. Peça esses valores na cotação do frete.

As alíquotas, taxas e regras tributárias podem sofrer alterações. Antes de importar, consulte a legislação vigente e confirme os valores aplicáveis com seu despachante aduaneiro.
Passo a passo do conhecimento de embarque
- Defina o consignatário e o notify com o agente. Propósito: garantir que a carga esteja em nome certo. Cuidados: razão social completa e CNPJ; “to order” só se combinado.
- Peça o rascunho antes do embarque. Propósito: corrigir sem custo. Cuidados: confira contra fatura e packing list.
- Aprove por escrito. Propósito: registrar a versão conferida. Cuidados: guarde o e-mail de aprovação.
- Acompanhe a emissão e a liberação das vias. Propósito: ter o documento para o despacho. Cuidados: em pagamento contra documentos, o fornecedor só libera depois do saldo.
- Confirme a desconsolidação, se a carga for LCL. Propósito: o house precisa estar no sistema para o despacho. Cuidados: pergunte ao agente quando ela será informada.
- Envie o conhecimento ao despachante. Propósito: instruir a declaração. Cuidados: um conhecimento, uma declaração, salvo exceções.
- Se houver erro, acione o emitente. Propósito: carta de correção antes do início do despacho. Cuidados: depois disso, a aceitação fica a critério da autoridade aduaneira.
O conhecimento eletrônico (CE Mercante)
No transporte marítimo, as informações do conhecimento são prestadas à Receita em forma eletrônica. O glossário do Sistema Mercante define o conhecimento eletrônico (CE) como o conhecimento de carga informado à autoridade aduaneira na forma eletrônica, mediante certificação digital do emitente.
| Termo | O que é (glossário do Sistema Mercante) |
|---|---|
| Manifesto eletrônico | O manifesto de carga informado à Receita, inclusive com os contêineres vazios |
| Manifesto provisório | Incluído pelo agente de carga para antecipar os conhecimentos house de um master ainda não registrado pela empresa de navegação |
| Endosso eletrônico | Transferência da titularidade da carga para outro consignatário, feita no sistema pelo consignatário indicado |
| Desunitização | Abertura do contêiner para retirada da carga desconsolidada |
Para o importador, a consequência prática é simples: o despacho depende de as informações do conhecimento estarem corretas no sistema, e não só no papel. Por isso, um erro no rascunho que passa para o conhecimento eletrônico gera correção formal.
Vias originais e liberação da carga
O conhecimento marítimo costuma ser emitido em mais de uma via original. A página da Receita registra que é válida, para retirada da mercadoria em recinto alfandegado, a via do conhecimento assinada por procurador legalmente constituído e habilitado pelo transportador, inclusive quando domiciliado no País (ADI RFB nº 2/2020).
No mercado, existem ainda formas de liberação sem a circulação física das vias originais, combinadas entre transportador, embarcador e consignatário. Elas dependem do contrato de transporte e da política de cada transportador; confirme com o agente de carga e com o despachante como será a liberação antes do embarque, sobretudo quando o pagamento do saldo ao fornecedor estiver ligado à entrega dos documentos.
Prepaid, collect e o Incoterm
O conhecimento indica se o frete foi pago na origem (prepaid) ou será pago no destino (collect). Essa indicação costuma acompanhar o Incoterm (ver o guia de Incoterms 2020):
| Incoterm (exemplos) | Frete principal no conhecimento | Quem paga |
|---|---|---|
| FOB, FCA, EXW | Normalmente collect | Comprador |
| CFR, CIF, CPT, CIP | Normalmente prepaid | Vendedor |
Um conhecimento “collect” num embarque CIF, por exemplo, é uma divergência que precisa ser investigada, não prova de cobrança duplicada nem de descumprimento do contrato. Pode ser um erro documental, uma condição comercial combinada de outra forma ou uma cobrança que precisa ser esclarecida. Antes de aprovar o rascunho, confira o contrato de compra, a fatura (invoice), o próprio conhecimento e a cotação do frete, e peça ao fornecedor e ao agente a explicação por escrito.
AWB master e AWB house
No aéreo, a lógica de consolidação é a mesma do marítimo: o agente consolida várias cargas sob um AWB master, emitido pela companhia aérea, e emite um AWB house para cada consignatário. Como o AWB é emitido para consignatário determinado e não pode ser consignado simplesmente “à ordem”, a definição correta do consignatário no house é ainda mais importante. Lembre-se também de que o AWB se equipara à fatura comercial quando traz quantidade, espécie e valor das mercadorias (RA, art. 560); confirme com o despachante se o AWB da sua operação traz essas indicações.
Exemplo: conferência de um rascunho, campo a campo
Exemplo hipotético. Rascunho recebido do agente, comparado com a fatura comercial e o packing list. Empresas, pesos e portos inventados.
| Campo | No rascunho | Na fatura e no packing list | Ação |
|---|---|---|---|
| Consignatário | “Empresa Hipot. Ltda.” | Empresa Hipotética Comércio Ltda., CNPJ completo | Corrigir para a razão social completa |
| Descrição | General goods | Luminárias de mesa em alumínio, LED, 220 V | Corrigir para a descrição da fatura |
| Volumes | 50 cartons | 50 caixas | Ok |
| Peso bruto | 1.150 kg | 1.510 kg | Corrigir (inversão de dígitos) |
| Porto de destino | Paranaguá | Santos (reserva) | Corrigir para o porto reservado |
| Frete | Prepaid | FOB Ningbo (frete do comprador) | Esclarecer com o agente e o fornecedor; se for erro documental, corrigir para collect |
Seis campos conferidos: quatro divergências exigem correção (consignatário, descrição, peso bruto e porto de destino) e uma, o frete prepaid em vez de collect, exige investigação. O frete só se corrige depois de confirmar o Incoterm, o contrato e as condições de transporte. Tudo isso se resolve com uma mensagem ao agente antes do embarque, sem carta de correção, sem custo e sem atraso. A mesma lista, descoberta na chegada, exigiria carta de correção do emitente e poderia atrasar o despacho.
Erros comuns com o conhecimento de embarque
- Aprovar o rascunho sem comparar com a fatura e o packing list.
- Consignatário com nome diferente do CNPJ.
- Descrição genérica (“general goods”, “spare parts”).
- Peso e volumes divergentes entre os documentos.
- Esquecer que só o emitente pode pedir a carta de correção.
- Achar que o master serve para o despacho de carga consolidada.
Riscos e como decidir
O conhecimento de embarque é o documento que dá direito à carga. Os riscos estão em dois pontos: erro de dados (que gera correção, atraso e possível exigência no despacho) e controle da liberação (o original e o consignatário definem o direito à carga, mas a retirada ainda depende das condições do transportador, do desembaraço, da autorização de entrega e dos procedimentos do recinto). Para quem está começando, a decisão prática é simples: não aprove nenhum rascunho sem conferir campo a campo e deixe claro, na negociação com o fornecedor e com o agente, quem será o consignatário e quando o documento será liberado.
Checklist do conhecimento de embarque
- ☐ Consignatário e notify definidos com razão social completa
- ☐ Rascunho recebido antes do embarque
- ☐ Descrição coerente com a fatura comercial
- ☐ Volumes, pesos e cubagem iguais ao packing list
- ☐ Portos e frete (prepaid ou collect) conforme o Incoterm
- ☐ Contêiner e lacre conferidos
- ☐ Aprovação registrada por escrito
- ☐ Desconsolidação confirmada (carga LCL)
- ☐ Documento enviado ao despachante
Perguntas frequentes
O que é conhecimento de embarque?
É o documento do transportador que comprova o recebimento da carga, define o transporte e dá direito à mercadoria no destino.
Qual é a diferença entre BL e AWB?
O BL é o conhecimento do transporte marítimo; o AWB, do aéreo. O AWB é emitido para consignatário determinado.
O que é BL master e BL house?
O master é emitido para o desconsolidador e acoberta a carga consolidada; o house é emitido pelo consolidador para cada consignatário final. Só o house (ou o único) ampara o despacho.
O conhecimento de embarque é obrigatório na importação?
Sim. A declaração de importação é instruída com a via original do conhecimento de carga ou documento equivalente (RA, art. 553, I), salvo hipóteses de dispensa previstas pela Receita.
Como corrigir um erro no conhecimento?
Pela carta de correção do emitente, dirigida à autoridade aduaneira do local de descarga, até o início do despacho.
O que significa “to order”?
Que o conhecimento é emitido à ordem e pode ser transferido por endosso.
O AWB substitui a fatura comercial?
Ele se equipara à fatura comercial quando traz quantidade, espécie e valor das mercadorias (RA, art. 560).
Quem emite o conhecimento de embarque?
O transportador: a empresa de navegação, a companhia aérea ou o consolidador, no caso do house.
O conhecimento de embarque é um título de crédito?
A Receita trata o conhecimento de carga como título de crédito, transferível por endosso quando emitido à ordem (Código Civil, arts. 754, 893 e 894).
Posso despachar parte da carga de um conhecimento?
Como regra, cada conhecimento corresponde a uma única declaração (RA, art. 555), salvo as exceções de desdobramento previstas pela Receita. Confirme com o despachante.
Para continuar aprendendo
- Como importar da China: onde o conhecimento entra no processo.
- Como encontrar fornecedor na China: como alinhar documentos e embarque com a fábrica.
Para acompanhar mais conteúdos sobre fornecedores, importação e empreendedorismo, conheça o trabalho de Gustavo Frajo no Instagram: @gusfrajo.
Sobre o autor: Gustavo Frajo atua com importação direta da China há aproximadamente três anos, possui experiência prática em negociação com fabricantes internacionais, logística e comércio eletrônico e compartilha conhecimentos sobre importação e empreendedorismo. Acompanhe no Instagram: @gusfrajo.
Fontes
| Número ou regra citada | Tipo | Fonte (link) | Consulta | Validade |
|---|---|---|---|---|
| Funções do conhecimento; só filhote e único amparam o despacho; exceções dos arts. 67 e 68 da IN SRF nº 680/2006 | Orientação oficial | Receita Federal — Conhecimento de Carga: Introdução | 13/10/2026 | Seção atualizada em 09/04/2026 |
| Endosso, “to order”, Siscomex Carga (IN RFB nº 800/2007, art. 29), comprovação da transação (IN SRF nº 680/2006, art. 18, § 4º), AWB | Orientação oficial | Receita Federal — Endosso | 13/10/2026 | Atualizada em 09/04/2026 |
| Carta de correção do emitente; prazo até o início do despacho; RA, art. 46 | Orientação oficial | Receita Federal — Carta de Correção | 13/10/2026 | Atualizada em 09/04/2026 |
| Tipos único, master e house; sinônimos; multimodal; CDA; evento AFRMM | Orientação oficial | Receita Federal — Sistema Mercante: Termos e Definições | 13/10/2026 | Publicado em 05/07/2018; vigente na consulta |
| Conhecimento obrigatório (art. 553, I), prova de posse (art. 554), uma declaração por conhecimento (art. 555), AWB equiparado à fatura (art. 560) | Norma oficial | Decreto nº 6.759/2009 — Regulamento Aduaneiro (Planalto) | 13/10/2026 | Em vigor, com alterações |
| AFRMM de 8% na navegação de longo curso (art. 6º, I) | Norma oficial | Lei nº 10.893/2004 (Planalto) | 13/10/2026 | Redação da Lei nº 14.301/2022 |
| Divisão de frete e seguro por Incoterm | Regra internacional (ICC) | ICC — Incoterms® 2020 | 13/10/2026 | Incoterms 2020, vigentes quando indicados no contrato |
| Frete de US$ 1.600, câmbio de R$ 5,40, rascunho com quatro erros | Hipótese | Simulação do autor | — | — |

Deixe um comentário